1 – TRANSPORTE PÚBLICO - Alternativa 1 - O essencial para melhorarmos essa situação é realizarmos abaixo-assinado com ampla adesão popular, demonstrando a insatisfação em relação ao transporte público para a região leste da ilha e, a partir daí, encaminhar o documento à Câmara de Vereadores, integrando esforços nas comunidades e mobilizando lideranças para pressionar o poder público e a empresa de transporte, objetivando estabelecer um acordo entre os setores da sociedade envolvidos. Alternativa 2 - Criação de Projeto Carona Solidária como opção ao transporte convencional.
2 – TRANSPORTE FLUVIAL - Primeiramente, buscar soluções visando melhorar o fluxo dos veículos com a ação de guardas municipais em pontos e horários estratégicos e conscientizando os motoristas-turistas sobre como colaborar com a fluidez no tráfego viário, além da estruturação do transporte lacustre como alternativa ao tráfego intenso na alta temporada.
3 – CACHORROS ABANDONADOS - Integrar esforços dos cidadãos protetores dos animais e da iniciativa privada local, organizando eventos culturais e gastronômicos que revertam recursos para a criação de um fundo comunitário de proteção aos animais, para estruturação de espaço (canil público) no Parque do Rio Vermelho. Recolhimento de animais abandonados e esterilização das fêmeas junto a secretaria municipal competente, além da conscientizando dos moradores, com campanhas educativas promovendo o bem-estar animal.
4 – POSTOS DE SAÚDE - Organizar um banco de dados com as sugestões e reclamações dos usuários do serviço e buscar soluções, primeiramente com os servidores públicos municipais dos postos de saúde e, não havendo mudança, fortalecer os conselhos locais de saúde para reivindicar melhorias junto a secretaria de saúde, como a ampliação ou qualificação do efetivo do serviço público.
5 – MUDANÇAS NO PLANO DIRETOR - Com certeza, a vontade da comunidade é a lei e deve ser respeitada. Entretanto, devemos considerar que a pequena participação dos moradores acabou enfraquecendo a legitimidade do Plano Diretor Participavo, que deveria ser precedido por um trabalho de formação e capacitação dos moradores, visando maior participação da comunidade em geral.
6 – FISCALIZAÇÃO MUNICIPAL - Criar uma fiscalização paralela à oficialmente constituída, estabelecendo termo de cooperação (convênio) entre FLORAM (PMF), FATMA, IBAMA e Polícia Militar Ambiental. Ou seja, integrar o trabalho de ONG’s ambientalistas com Universidades e buscar patrocínio da iniciativa privada e poder público para instrumentalizar e operacionalizar equipes multidisciplinares (geógrafos, advogados, biólogos, psicólogos etc.) para combater emergencialmente esse problema, compensando assim, temporariamente, a incapacidade do órgão competente municipal fiscalizador.
7 – CANTO DO GRAVATÁ - Continuar mobilizando cada vez mais pessoas (SOS Gravatá) para transformar toda a área em Parque Municipal (Recuperar a Área de Preservação Permanente, irregularmente transformada em APL para fins da especulação imobiliária, deflagrando a criminosa intenção de privatização do espaço historicamente público); acionar mecanismos legais como Ações Civis Públicas por meio do Ministério Público, com apoio dos órgãos ambientais e consolidar a preservação integral de toda a área.
8 – PARTICIPAÇÃO DA COMUNI-DADE - Proponho a criação de grupos de trabalho comunitários de diferentes segmentos de atuação e áreas de interesse, formando e capacitando lideranças jovens e adultas, para que possamos qualificar a participação popular na reivindicação e garantia de direitos amparados pela Constituição do Brasil, e documentos como: o Estatuto do Idoso (EI) , Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), Declaração dos Direitos Humanos (ONU), Plano Nacional de Juventude entre outros.
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