sexta-feira, 19 de setembro de 2008

ÂNGELA ALBINO


ÂNGELA ALBINO

Inovar Florianópolis
PC do B –PDT

N°65
1 - TRANSPORTE PÚBLICO.
Hoje o sistema que prevalece é o de baldeação, que tornou a passagem mais cara, a viagem mais longa e mais complicada para ao usuário, absolutamente inadequada. Nós vamos apostar em ônibus direto dos bairros para o Centro. A solução também passa por investir em transporte alternativo como a viabilização segura do uso de bicicletas, que ainda é muito inseguro na região, mas também aumentar o número de ônibus.

2 - TRANSPORTE FLUVIAL.
Ao longo dos anos, todas as eleições municipais têm trazido este tema. Independente de quem for o vencedor, ainda não temos o transporte fluvial instalado. Entendo que assim aconteceu porque os governantes sempre se debruçaram sobre projetos gigantescos, inviáveis econo-micamente. Nosso plano de governo prevê a implantação do sistema primeiro na travessia ilha-continente, até mesmo para criar a cultura do uso de meio de transporte. Na seqüência, paulatinamente, outras áreas serão abrangidas, incluindo o trajeto entre a Barra e a Lagoa da Conceição.

3 - TRÂNSITO.
A grande solução da mobilidade urbana de Florianópolis passa pelo redimen-sionamento do transporte coletivo, que precisa ser rápido, atraente, eficiente e barato. Menos carros nas ruas, cidades mais limpas e com menos engarrafamentos. Quanto aos pleitos da comunidade, um dos eixos estruturantes do nosso plano de governo é o Planejamento Participativo, construído com a comunidade e as sub-prefeituras, que sucederão as intendências. No Planejamento Participativo, as pessoas que vivem na região é que definirão as prioridades de atuação do poder público, tornando-se mais impessoal e voltado aos interesses coletivos.

4 – SANEAMENTO.
Eu tive a honra de propor e aprovar na Câmara de Vereadores a lei que proíbe a privatização do sistema de água e esgoto, que não podem estar submetidos à lógica do lucro. No entanto, falta na nossa cidade a construção do Plano Municipal de Saneamento que, por definição legal, deve ser construído em audiência pública, com participação popular. O Plano Municipal de Saneamento é o instrumento que definirá as prioridades na área e o prazo para concretização das soluções.

5 - LIXOS RECICLÁVEIS
Particularmente reciclo o lixo do meu apartamento e tenho feito grande esforço para semear entre os meus filhos a necessidade de fazê-lo, como condição para mantermos um planeta saudável. Portanto, como administradora, intensificarei o uso da reciclagem, criando mecanismos de estímulos a esta prática, inclusive fiscais no IPTU,

6 - SAÚDE
Saúde precisa ser tema de todas as secretarias e não apenas de uma. Saneamento, por exemplo, é questão de saúde, assim como a alimentação, o combate ao tabagismo, ao sedentarismo e à violência. Tudo estas são práticas de promoção de saúde, bastante ausente no nosso município. Instalada a doença, é preciso aumentar o efetivo dos profissionais de saúde do município através de concurso público, com equipes mais amplas, incluindo assistentes sociais, psicólogos, médicos, enfermagem, odontólogos, fisioterapeutas, farmacêuticos, etc...

7- PRESERVAÇÃO AMBIENTAL
Recentemente tivemos audiência pública na Câmara de Vereadores e tratamos longamente do assunto. O promotor de Justiça, Dr. Thiago Carriço, apresentou ponderações legais que inviabilizam o empreendimento. De minha parte, considero que esta luta adquiriu até mesmo valor simbólico, indo além de seu próprio limite para ser um marco onde a cidade diga se quer mais cinza ou mais verde.

8 - TURISMO
Nosso plano de governo prevê a criação da Universidade do Mar, Turismo e Tecnologia exatamente para capacitar os jovens, especialmente os de regiões empobrecidas, para atuarem nestas três áreas. Entendo o turismo como uma ferramenta de distribuição de renda (são 56 atividades ligadas diretamente ao setor e centenas indiretamente) e mesmo de preservação ambiental, pois o turista só continuará vindo em nossa cidade se preservarmos nossas belezas naturais. Neste contexto, soluções simples, como banheiros e chuveiros na orla, são tão necessários e baratos que chega a ser inexplicável o motivo de ainda não existirem, o que, com certeza, mudará no nosso governo.

9 - FISCALIZAÇÃO
A questão da fiscalização, especialmente a ambiental, é uma das mais graves hoje na nossa cidade, especialmente por que não temos fiscais concursados, sendo a maioria leal ao serviço público, mas alguns, infelizmente, sem preparo e comprometidos com quem os nomeou. Desta forma, defendo que o novo Plano Diretor da cidade estabeleça marcos que deverão ser respeitados por todos, através de uma fiscalização eficiente, preparada, imparcial e equipada.

10 - PRESERVAÇÃO DA LAGOA DA CONCEIÇÃO
Ouvindo a comunidade através do planejamento participativo, os moradores e moradoras definirão as ações prioritárias de sua região. Se a decisão for de priorizar a nova ponte, assim será feito no nosso governo.

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